Questionar... Descobrir... Entender...
Três ações presentes em minha personalidade. Maior parte do tempo veladas pela necessidade de uma convivência harmoniosa em comunidade. Talvez por medo da incompreensão daqueles que se contentam com a simplicidade. Nego a simplicidade nos dias atuais. Vejo o oposto e como forma de buscar esse antagonismo busco a ciência, como espaço de criação de respostas.
Criação como ato associado a ciência. Pode não existir resposta exata para as perguntas. De vez em quando nem as matemáticas. Por isso o esforço, quase em vão, em matematizar a vida. Das questões sucitadas socialmente faz-se necessário a reflexão e busca nas diferentes áreas para a criação do embasamento teórico, não descolado da vida. Mas teoria e vida conexos como dois pontos que montam a linha do raciocínio.
Essa linha não pode ser compreendida como algo reto, sólido e sem interferência. Contrariamente essa reta está cercada de dilemas que são importantes mas podem desviar a atenção do foco. Dentro desse contexto o ato de pesquisar está exatamente na possibilidade de delimitar a reta que guiará seu trajeto de vida (com visão de mundo e de homem) em sua teoria (como resposta aos dilemas dessa relação mundo x homem).
O desafio, para mim, está em manter-me nessa linha. Olhar para as demais interferências e espaços em que tal linha está circunscrita como fator importante, mas com a fixação em meu norte: o resultado. Por outro lado, o desafio é prazeroso a ponto de perder noites de sono em busca de respostas aos questionamentos parciais, aqueles quem montam o todo do problema proposto.
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