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Poesias

O exercício de escrever poesia, para mim, tinha por objetivo desvendar, por meio dessa linguagem, os aspectos mais profundos da forma como eu enxergava as coisas. Para isso, criava histórias e personagens que serviam de roteiro para a construção das poesias aqui apresentadas. Tudo começou expontaneamente e assim é até hoje.

Poesias disponíveis no blog:
 
Poesia que nunca acaba
Samba devia se chamar Noel
Espelho Espelhos
Estrela Luz
Infinita ausência
Movimento findável
M.E.D.O
A dialética da lógica
Sensações
Noite daquelas
Vou indo
0, 1, 2, 3 e assim por diante...
Traições
Dura real
Vem
Jeca tatu
Ao louco motiva
Escrevo chorando
Pedestre
Ela
A volta do que nunca se foi
Busca
O único motivo
Lamentações de um Jeremias qualquer
Nem com uma rosa
Poema sem fim
Sob a luz da vela, uma oração
Prisioneiros
De tanto bater meu coração quase parou
Pequenos que aprendem
Provocações, pertubações
Dome... Dome... Dome....
Transgressão
Por que te afastas?
World Wild Web
para os que ficam e os que vão
Liberdade poética
Retalhos
Negativismo em verso 
Sarcoramphus papa
Lavagem
Contraste
Sem título
Com miséria, sem ação...
Samba para o poeta
Por que o sol não tem topete?
O ato que condiciona o fato
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