20 de junho de 2015
Poesia que nunca acaba
Chegamos, conseguimos.
Aqui estamos e podemos olhar em nossos olhos.
Compartilhar o pouco que temos e o muito que somos.
Eu, um eterno brigão comigo mesmo.
Um sonhador que um dia desejou:
o amor.
Um idealizador que um dia ansiou:
a mansidão.
Um romântico que um dia cobiçou:
a plenitude.
Mas, que só encontra sentimentos contraditórios.
E você que chega e ocupa um imenso lugar
Nesse mar de incoerência em que você navega em mim
amável, manso, pleno.
Você nem sabe quanto vivi para aqui chegar
não imagina o que passei
para em seus olhos poder olhar,
fundo, sincero,
e, sobretudo, poder dizer:
eu te amo, filho.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário